Como manter a elasticidade da pele?

A perda da elasticidade da pele do rosto é uma parte natural do processo de envelhecimento.

É possível que já tenha notado que, quando puxa a sua pele, ela não recua com a mesma rapidez de há alguns anos, não é verdade? É natural.

A elasticidade da pele é a capacidade que esta tem de esticar e voltar à sua forma original. A perda de elasticidade da pele é conhecida como elastose – processo degenerativo do tecido elástico que faz com que a pele pareça flácida ou enrugada.

A boa notícia é que a elasticidade da pele pode ser melhorada. Neste artigo, abordamos as causas da elastose e damos-lhe as soluções possíveis para aumentar a elasticidade da pele.

Os protagonistas: Colagénio e Elastina

A pele é o maior órgão do corpo humano e, para cumprir a sua função protetora e manter-se saudável, existe uma série de processos. Entre eles, estão a produção de colagénio e elastina, duas proteínas naturais, responsáveis pela elasticidade da pele.

Basicamente, o colagénio é a proteína mais abundante no nosso organismo e oferece sustentação à pele.

Por outro lado, temos a elastina, outra proteína muito importante para a nossa pele. Forma as fibras elásticas que, como o nome sugere, têm a capacidade de se esticar e voltar à forma original com facilidade. É extremamente resistente e, assim como o colagénio, insolúvel na água.

Agora que já conhece estas duas proteínas, basta juntar as características: sustentação, força, resistência e elasticidade. Assim, cria-se uma pele elástica e firme em simultâneo, ou, como é conhecida na dermatologia, viscoelástica.

Os vilões: tempo e radicais livres

Como sabemos, as maravilhas de ter uma alta elasticidade na pele do rosto e do corpo não duram para sempre. Existem dois motivos principais para isso acontecer: o tempo e os radicais livres.

Conforme o tempo passa e ficamos mais velhos, alguns processos do nosso corpo deixam de funcionar da mesma maneira. A produção de colagénio, por exemplo, começa a diminuir a partir dos 25 anos.

A passagem do tempo também afeta a elastina, que vai perdendo a capacidade de esticar e recuar, tornando-se mais rígida. No entanto, o relógio não é o único vilão desta história: os radicais livres são moléculas de alto poder reativo, formadas pelo nosso próprio organismo.

Em moderação, têm a função de combater uma série de agentes externos que fazem mal à nossa saúde. No entanto, quando somos expostos a mais elementos nocivos (como poluição, álcool, tabaco, radiação UV, etc.), a produção de radicais livres começa a desequilibrar-se.

Quando isto acontece, o nosso corpo não consegue controlar estas moléculas de maneira satisfatória. A partir daí, começam a atacar algumas células saudáveis no nosso organismo, incluindo aquelas que produzem colagénio e elastina, essenciais para a elasticidade da pele.

Os nossos superpoderes: bons hábitos e skincare 

Mesmo com todos estes fatores naturais e incontroláveis em jogo, existem formas para melhorar a elasticidade da pele. O principal cuidado que pode ter para influenciar não só a elasticidade, mas também a saúde geral da sua pele e do seu corpo, é manter uma rotina saudável.

A saúde da pele está diretamente ligada à nossa rotina, àquilo que consumimos e à nossa saúde mental. Por isso, crie uma dieta saudável e sem exageros, durma bem, apanhe sol nos momentos adequados e pratique atividades físicas.

O segundo passo, tão importante quanto o que mencionamos anteriormente, é criar uma rotina de cuidados com a pele desde cedo. Se é jovem, comece com o básico: limpeza, hidratação e proteção solar. Conforme a transformação da sua pele, ao longo do tempo, adicione produtos de acordo com a necessidade que apresenta.

Se já possui pele mais madura e está à procura de formas de aumentar a elasticidade da pele, consulte um especialista para lhe ajudar! O profissional pode fazer os exames necessários e determinar quais produtos adicionar na sua rotina de cuidados.

Alguns ingredientes que são normalmente encontrados em cosméticos para combater a flacidez cutânea são: o próprio colagénio, retinol, ácido hialurónico, peptídeos e antioxidantes. Vale lembrar que esses ativos podem ajudar, mas a diminuição da elasticidade da pele é natural e inevitável.

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A  pele é o maior órgão que temos e, no fundo, é o reflexo daquilo que sentimos e das situações a que estamos sujeitas, no nosso dia-a-dia.

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